Eu e meu pai: até hoje (fim)
Parte 1 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-o-comeco/
Parte 2 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-o-divorcio/
Parte 3 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-pre-adolescencia/
Parte 4 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-aprendendo-com-o-primo/
Parte 5 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-adolescencia/
Parte 6 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-bate-papo-uol/
Parte 7 -
/2024/12/eu-e-meu-pai-como-a-primeira-vez/
Mesmo estando exausto, dormi muito mal. Cada hora pelo menos eu acordava pensando que tinha tido um sonho erótico com meu pai, mas ele realmente estava ali, dormindo do meu lado de novo como quando eu era criança e adolescente.
Finalmente consegui pegar no sono mais pesado quando já era quase de dia e acordei umas 10. Meu pai não estava mais na cama. Levantei nu e fui procurá-lo.
Ele tinha se vestido e estava terminando de fazer ovos pro café da manhã.
-- Bom dia, pai
-- Bom dia, Lipe -- ele disse se virando e pude ver que seus olhos estavam inchados. Ele tinha chorado
-- O que houve, pai? Você está bem?
Ele pensou. Ficou quieto uns momentos e finalmente disse:
-- Não, filho. Não estou bem.
Eu achava que tudo tinha ficado bem, mas ele claramente ainda estava reprimindo algo.
-- Foi errado o que fizemos, Lipe. Você chegou e eu quase nem te tratei como filho. Eu só deixei minhas perversões aflorarem. O que fizemos no banho... -- ele parecia não ter coragem de falar e vi que estava começando a chorar de novo -- eu fantasiei com você criança, filho...
Eu o abracei. Estranhamente eu entendia bem o que ele estava sentindo. Era a mesma sensação de "fodi tudo" de quando eu tinha perdido a linha na adolescência. Eu segurei sua cabeça com as duas mãos e falei:
-- Pai, eu te amo. Eu te amo como pai e nada vai mudar isso. Mas eu também te amo como homem e desde pequeno eu penso nesse momento. Você está arrependido, mas o que aconteceu ontem foi um sonho pra mim.
-- Mas, filho...
-- Pai, por favor. A gente tem uma coisa muito especial. Quais as chances de os dois se sentirem assim? De ser recíproco? Por favor, pai... -- comecei a chorar também -- por favor não deixa passar a oportunidade. Não afasta a gente.
Meu pai me abraçou, logo afastou um pouco a cabeça e fez algo que eu nem imaginava que pudesse acontecer: beijou minha boca.
Sentir sua língua na minha mandou um sinal automático para o meu pau que subiu na hora. Fui descendo minha mão pelo lado do seu corpo. Ele deixou e ainda em nosso beijo de língua botei a mão dentro do moletom que ele estava usando - sem cueca - e peguem em seu pau duro.
-- Pai... eu quero fazer amor com você
-- Eu quero ter você dentro de mim, filho.
-- Eu vou ter comer pai, mas eu queria te pedir um favor.
-- Fala, Lipe.
-- Eu queria que a primeira vez que a gente fizesse amor fosse como eu pensava quando era pequeno. Eu queria que você me comesse.
Seu sorriso molhado das lágrimas era muito genuíno: -- Claro, meu amor.
Fomos para o quarto e meu pai tirou a roupa. Meu sonho de infância estava prestes a se tornar realidade.
Deitei na cama e ele veio por cima de mim e me beijou outra vez. Foi descendo pelo meu pescoço, chupou meus mamilos e continuou me lambendo até chegar nos meus pentelhos.
Em vez de chupar meu pau, ele passou um momento esfregando o rosto em meus pentelhos e sentindo o cheiro que meu pau exalava com o tesão.
Meu pau já estava babando muito e ele pegou um pouco da baba com o indicador e o dedo médio e levou essa baba ao meu cuzinho. Enquanto isso abocanhou meu pau e começou a me dar prazer de ativo e passivo ao mesmo tempo.
Apesar de não fazer muito sexo com homem, meu cu tinha sido muito usado na adolescência e aguentava os dois dedos que ele enfiava com facilidade e prazer.
Meu pai tirou os dedos, viu que não estavam sujos e me puxou para a beirada da cama. Ele se ajoelhou no chão e começou a beijar meu cuzinho de língua enquanto eu me masturbava.
-- Pai, eu não gozei ontem à noite. Cuidado que vou acabar gozando assim...
-- Aguenta que quero fazer você gozar com o pau.
Meu disse que ia me comer. Fiquei de quatro que era como eu preferia dar, mas ele me pediu que virasse de frente.
-- Quero te ver enquanto a gente faz amor...
Ele me botou de frango assado e apontou seu pau no meu cu. Não precisou fazer muita força e rapidamente estava entrando.
O prazer sexual era intenso, mas havia algo mais especial. Meu pai estava me penetrando. Esse pau tinha me feito. 30 anos atrás eu tinha saído do prazer dele, do prazer que agora eu estava dando pra ele.
Passamos uns 10 minutos só na penetração. Os gemidos dele me faziam apertar mais o cu e em seguida sentir como a força da metida me fazia relaxar.
Eu tinha parado de pegar no meu pau para não gozar, mas o estímulo estava forte demais.
-- Pai, não estou aguentando...
-- Deixa sair, goza pro pai, meu amor
Meu pai começou a forçar que cada estocada fosse no fundo e meu leite começou a sair sozinho enquanto eu gemia alto.
O tesão dele foi a mil me vendo gozar e ele disse:
-- Onde você quer o leite, filho?
-- Quero dentro de mim, papai.
-- Pede o leite do pai, filho.
-- Mete fundo em mim o leite que me fez, papai. Vai papai!
Meu pai começou a urrar. Nunca o tinha visto tão descontrolado. Nossas gozadas sempre eram segurando os gemidos, mas desta vez ele se soltou.
Ele me abraçou. Senti que ele ia chorar de novo. Quando o tesão passava o arrependimento ainda falava mais forte.
-- Obrigado, pai. Quando eu era pequeno eu fantasiava que tinha perdido a virgindade com você. Você acabou de realizar meu sonho.
-- Eu te amo, filho.
Com o tempo meu pai foi aceitando e se soltando. Depois desta primeira vez comecei a ser principalmente ativo com ele. Seu namorado era passivo e ele versátil, então ele sentia falta de ser passivo.
Ele também foi liberando as fantasias. Descobrimos vários fetiches em comum e chegamos a fazer fantasias bastante pervertidas.
Hoje em dia continuo casado e ele está se mudando outra vez para minha cidade, mas vai viver com o namorado agora que se assumiu completamente. Não sabemos ainda como vamos fazer para manter esse relacionamento, mas estamos felizes com o que temos.
/2024/11/eu-e-meu-pai-o-comeco/
Parte 2 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-o-divorcio/
Parte 3 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-pre-adolescencia/
Parte 4 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-aprendendo-com-o-primo/
Parte 5 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-adolescencia/
Parte 6 -
/2024/11/eu-e-meu-pai-bate-papo-uol/
Parte 7 -
/2024/12/eu-e-meu-pai-como-a-primeira-vez/
Mesmo estando exausto, dormi muito mal. Cada hora pelo menos eu acordava pensando que tinha tido um sonho erótico com meu pai, mas ele realmente estava ali, dormindo do meu lado de novo como quando eu era criança e adolescente.
Finalmente consegui pegar no sono mais pesado quando já era quase de dia e acordei umas 10. Meu pai não estava mais na cama. Levantei nu e fui procurá-lo.
Ele tinha se vestido e estava terminando de fazer ovos pro café da manhã.
-- Bom dia, pai
-- Bom dia, Lipe -- ele disse se virando e pude ver que seus olhos estavam inchados. Ele tinha chorado
-- O que houve, pai? Você está bem?
Ele pensou. Ficou quieto uns momentos e finalmente disse:
-- Não, filho. Não estou bem.
Eu achava que tudo tinha ficado bem, mas ele claramente ainda estava reprimindo algo.
-- Foi errado o que fizemos, Lipe. Você chegou e eu quase nem te tratei como filho. Eu só deixei minhas perversões aflorarem. O que fizemos no banho... -- ele parecia não ter coragem de falar e vi que estava começando a chorar de novo -- eu fantasiei com você criança, filho...
Eu o abracei. Estranhamente eu entendia bem o que ele estava sentindo. Era a mesma sensação de "fodi tudo" de quando eu tinha perdido a linha na adolescência. Eu segurei sua cabeça com as duas mãos e falei:
-- Pai, eu te amo. Eu te amo como pai e nada vai mudar isso. Mas eu também te amo como homem e desde pequeno eu penso nesse momento. Você está arrependido, mas o que aconteceu ontem foi um sonho pra mim.
-- Mas, filho...
-- Pai, por favor. A gente tem uma coisa muito especial. Quais as chances de os dois se sentirem assim? De ser recíproco? Por favor, pai... -- comecei a chorar também -- por favor não deixa passar a oportunidade. Não afasta a gente.
Meu pai me abraçou, logo afastou um pouco a cabeça e fez algo que eu nem imaginava que pudesse acontecer: beijou minha boca.
Sentir sua língua na minha mandou um sinal automático para o meu pau que subiu na hora. Fui descendo minha mão pelo lado do seu corpo. Ele deixou e ainda em nosso beijo de língua botei a mão dentro do moletom que ele estava usando - sem cueca - e peguem em seu pau duro.
-- Pai... eu quero fazer amor com você
-- Eu quero ter você dentro de mim, filho.
-- Eu vou ter comer pai, mas eu queria te pedir um favor.
-- Fala, Lipe.
-- Eu queria que a primeira vez que a gente fizesse amor fosse como eu pensava quando era pequeno. Eu queria que você me comesse.
Seu sorriso molhado das lágrimas era muito genuíno: -- Claro, meu amor.
Fomos para o quarto e meu pai tirou a roupa. Meu sonho de infância estava prestes a se tornar realidade.
Deitei na cama e ele veio por cima de mim e me beijou outra vez. Foi descendo pelo meu pescoço, chupou meus mamilos e continuou me lambendo até chegar nos meus pentelhos.
Em vez de chupar meu pau, ele passou um momento esfregando o rosto em meus pentelhos e sentindo o cheiro que meu pau exalava com o tesão.
Meu pau já estava babando muito e ele pegou um pouco da baba com o indicador e o dedo médio e levou essa baba ao meu cuzinho. Enquanto isso abocanhou meu pau e começou a me dar prazer de ativo e passivo ao mesmo tempo.
Apesar de não fazer muito sexo com homem, meu cu tinha sido muito usado na adolescência e aguentava os dois dedos que ele enfiava com facilidade e prazer.
Meu pai tirou os dedos, viu que não estavam sujos e me puxou para a beirada da cama. Ele se ajoelhou no chão e começou a beijar meu cuzinho de língua enquanto eu me masturbava.
-- Pai, eu não gozei ontem à noite. Cuidado que vou acabar gozando assim...
-- Aguenta que quero fazer você gozar com o pau.
Meu disse que ia me comer. Fiquei de quatro que era como eu preferia dar, mas ele me pediu que virasse de frente.
-- Quero te ver enquanto a gente faz amor...
Ele me botou de frango assado e apontou seu pau no meu cu. Não precisou fazer muita força e rapidamente estava entrando.
O prazer sexual era intenso, mas havia algo mais especial. Meu pai estava me penetrando. Esse pau tinha me feito. 30 anos atrás eu tinha saído do prazer dele, do prazer que agora eu estava dando pra ele.
Passamos uns 10 minutos só na penetração. Os gemidos dele me faziam apertar mais o cu e em seguida sentir como a força da metida me fazia relaxar.
Eu tinha parado de pegar no meu pau para não gozar, mas o estímulo estava forte demais.
-- Pai, não estou aguentando...
-- Deixa sair, goza pro pai, meu amor
Meu pai começou a forçar que cada estocada fosse no fundo e meu leite começou a sair sozinho enquanto eu gemia alto.
O tesão dele foi a mil me vendo gozar e ele disse:
-- Onde você quer o leite, filho?
-- Quero dentro de mim, papai.
-- Pede o leite do pai, filho.
-- Mete fundo em mim o leite que me fez, papai. Vai papai!
Meu pai começou a urrar. Nunca o tinha visto tão descontrolado. Nossas gozadas sempre eram segurando os gemidos, mas desta vez ele se soltou.
Ele me abraçou. Senti que ele ia chorar de novo. Quando o tesão passava o arrependimento ainda falava mais forte.
-- Obrigado, pai. Quando eu era pequeno eu fantasiava que tinha perdido a virgindade com você. Você acabou de realizar meu sonho.
-- Eu te amo, filho.
Com o tempo meu pai foi aceitando e se soltando. Depois desta primeira vez comecei a ser principalmente ativo com ele. Seu namorado era passivo e ele versátil, então ele sentia falta de ser passivo.
Ele também foi liberando as fantasias. Descobrimos vários fetiches em comum e chegamos a fazer fantasias bastante pervertidas.
Hoje em dia continuo casado e ele está se mudando outra vez para minha cidade, mas vai viver com o namorado agora que se assumiu completamente. Não sabemos ainda como vamos fazer para manter esse relacionamento, mas estamos felizes com o que temos.
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 0 visualizações