Experiências de uma putinha mirim - Finalmente, de volta
Isso aqui será mais um explicação, se quer gozar, podemos resolver isso mais tarde. (Conto no final)
Bom, prazer! Algumas pessoas me conhecem por mirim putinha, putinha mirim ou para os mais íntimos, meu real nome (que não será revelado aqui) Em meados de junho de 2024, publiquei um conto sobre minha experiências e minhas vontades, conversei com varias pessoas,as infelizmente sumi por um tempo e acho que preciso dar uma explicação.
Acho que todo mundo (ou grande maioria) que vive dentro desse mundo pedo, incestuoso e sombrio de fetiches, sente culpa em algum período e foi exatamente isso que eu sentia, culpada, suja, uma pessoa horrível. Também comecei a ser ameaçada, eu sou uma adolescente, sinto medo e o pior; não podia contar a ninguém, já que o que eu fazia era errado pra visão da sociedade. Por isso, resolvi dar um tempo, não fiz certo em sumir do nada, mas foi preciso.
Pensei que nunca voltaria, que isso era só uma fase, entretanto, quem entra nisso, nunca saí. Ficava molhada só de ver um homem brincando normalmente com uma criança, ao ver crianças de biquínis e as mães trocando as na frente de todo mundo. Quem é ingênuo, não percebe, mas nós identificamos maldade em tudo, até mesmo em uma amamentação.
Nesse meio tempo, acabou acontecendo umas coisas; Como sempre, sendo encoxada no ônibus e assediada em uber. Mas dessa vez, acabei ultrapassando um pouco do limite.
Havia uma pessoa, um homem claro, que foi uns dos primeiros que me mostrou esse lado e ele sempre curtia meus storys, mesmo que não nos falamos até que um dia me mandou mensagem, avisando que estava passando um tempo na minha cidade. Ele já é um senhor, por volta dos 60 anos, mas uma aparência e alma de jovem, branco, nem tão magro mas longe de ser gordo, cabelo grisalho e barba. Típico vovô, ah como eu amava chamar ele assim, até porque não era só uma atração sexual, eu realmente amava ele, me tratava tão bem e é por isso que chegamos aonde chegamos.
Ficamos conversando durante quase uma semana, mais o menos cinco dias, e ele ia ficar por quinze dias. Vamos o chamar de Seu Joaquim. A minha mãe trabalha em uma agência de viagens, mal é presente e mal fica em casa, então daria certinho para encontrar ele. Mesmo com muito medo, fui até o local. (Não deixarei detalhes pra preservar nossa identidade, já que é real, mas primeiro era em um restaurante) Pra minha mãe não desconfiar, marquei de sair com meus amigos e cancelei com eles na hora, sem ela saber. Quando cheguei, a ficha ainda não tinha caído, dei um abraço meio receosa e seu Joaquim já aproveitou pra me acariciar disfarçadamente, apertando meu seios no corpo dele e contornando minhas curvas com suas mãos.
Eu não tenho um corpão, minha cintura é fina, tenho 1,51, peitos um pouco pequenos, mas nem tanto e a bunda ok, digamos que tenho aparência de um corpo de 12 anos, mas que já menstruo um bom tempo, pq ele é assim, realmente mestruei cedo e com 12 ele parou de mudar. Sou magrinha, 40kg, porem minhas coxas não são tão finas, porem como alguns dizem, comparado a um homem mais velho eles poderiam me quebrando ao meio. Mas o que eles mais gostam, é daquilo que tenho entre minhas pernas, e não só "eles", mulheres também...
Voltando ao encontro, primeiro me sentei a sua frente, comemos normalmente, a conversa fluía tão bem e nada de putaria, mas era tão boa que de verdade meu coração ficava quentinho. Precisava de atenção, já que não vejo meus familiares, meus pais são separados e minha mãe me deixa sozinha. Conversamos sobre tudo, a escola, o trabalho dele, como estava indo nesse tempo afastada até que ele pede um sorvete pra mim e decidi que era a hora de começar o encontro de verdade.
O sorvete era de baunilha, me lambuzava de propósito só pra provocar e parecer porra na minha cara, chupava o sorvete sensualizando, fingia enfiar fundo demais e me engasgar. Ele percebeu a minha intenção e disse para sentar ao seu lado, começou a me limpar com o dedo, passando nos meus lábios. Eu estava com uma blusa branca, marcando meus peitinhos e uma saia bege, já fui preparada, mas devia ter ido sem calcinha também. Em seguida sentia a mão do seu Joaquim acariciando minha coxa esquerda, adentrando devagarinho pela minha virilha até a verdadeira sobremesa: minha bucetinha.
Como estavamos no fundo, ninguém percebia e também não estava lotado. Sentia seu polegar precionando meu clitóris por cima da calcinha ainda, sem movimentos bruscos e eu já me continha pra não gemer. Fingia que não estava acontecendo, conversando normalmente com ele até que não aguentei e soltei um gemido bem baixinho. Seu Joaquim invadiu minha entradinha com tudo, sem nem tempo de raciocinar direito, ele começou a meter dois dedos dele e como só estava acostumada com os meus, que são pequenininhos, doeu um pouco, mas era uma dor gostosa.
Infelizmente, durou muito pouco, ele prometeu que depois iria me encontrar e a gente terminar aquilo, mas me mandou só um dinheiro (que eu nem havia pedido) e me bloqueou. Sumiu de tudo. Até hoje sonho com ele me fudendo, da gente indo para o banheiro daquele restaurante, ele gozando no meu corpinho, como tinha prometido nas mensagens, realmente acreditei que sairia de lá arrombadinha.
Entretanto, não foi o que aconteceu. Agora sei que meu único papel aqui, é satisfazer do jeito que eu posso, sem querer me relacionar e apegar, afinal, sou só um objeto sexual. Mas esperava que acontecesse mais coisas, agora estou ficando velha e autoconhecimento, os assédios vão parando, parem de te desejar, e apenas adolescentes que não sabem de nada querem fuder a gente.
Por isso, estou de volta, eu sei que não sou mais criancinha, porem quero continuar dando prazer, só espero que ainda existe pessoas boas que também pensão em nós, meninas adolescentes que também querem satisfazer homens e não moleques.
( Caso queiram contato, saiba que tudo é sigiloso, e eu também sou pervo, me atraio por pequenas pra usar e quero ser usada por homens mais velhos, não só homens claro. Se quiser só amizade, aceito também. Não passo meu contato! Deixe seu tele ou email. )
Beijinhos, sua putinha mirim 💋
Bom, prazer! Algumas pessoas me conhecem por mirim putinha, putinha mirim ou para os mais íntimos, meu real nome (que não será revelado aqui) Em meados de junho de 2024, publiquei um conto sobre minha experiências e minhas vontades, conversei com varias pessoas,as infelizmente sumi por um tempo e acho que preciso dar uma explicação.
Acho que todo mundo (ou grande maioria) que vive dentro desse mundo pedo, incestuoso e sombrio de fetiches, sente culpa em algum período e foi exatamente isso que eu sentia, culpada, suja, uma pessoa horrível. Também comecei a ser ameaçada, eu sou uma adolescente, sinto medo e o pior; não podia contar a ninguém, já que o que eu fazia era errado pra visão da sociedade. Por isso, resolvi dar um tempo, não fiz certo em sumir do nada, mas foi preciso.
Pensei que nunca voltaria, que isso era só uma fase, entretanto, quem entra nisso, nunca saí. Ficava molhada só de ver um homem brincando normalmente com uma criança, ao ver crianças de biquínis e as mães trocando as na frente de todo mundo. Quem é ingênuo, não percebe, mas nós identificamos maldade em tudo, até mesmo em uma amamentação.
Nesse meio tempo, acabou acontecendo umas coisas; Como sempre, sendo encoxada no ônibus e assediada em uber. Mas dessa vez, acabei ultrapassando um pouco do limite.
Havia uma pessoa, um homem claro, que foi uns dos primeiros que me mostrou esse lado e ele sempre curtia meus storys, mesmo que não nos falamos até que um dia me mandou mensagem, avisando que estava passando um tempo na minha cidade. Ele já é um senhor, por volta dos 60 anos, mas uma aparência e alma de jovem, branco, nem tão magro mas longe de ser gordo, cabelo grisalho e barba. Típico vovô, ah como eu amava chamar ele assim, até porque não era só uma atração sexual, eu realmente amava ele, me tratava tão bem e é por isso que chegamos aonde chegamos.
Ficamos conversando durante quase uma semana, mais o menos cinco dias, e ele ia ficar por quinze dias. Vamos o chamar de Seu Joaquim. A minha mãe trabalha em uma agência de viagens, mal é presente e mal fica em casa, então daria certinho para encontrar ele. Mesmo com muito medo, fui até o local. (Não deixarei detalhes pra preservar nossa identidade, já que é real, mas primeiro era em um restaurante) Pra minha mãe não desconfiar, marquei de sair com meus amigos e cancelei com eles na hora, sem ela saber. Quando cheguei, a ficha ainda não tinha caído, dei um abraço meio receosa e seu Joaquim já aproveitou pra me acariciar disfarçadamente, apertando meu seios no corpo dele e contornando minhas curvas com suas mãos.
Eu não tenho um corpão, minha cintura é fina, tenho 1,51, peitos um pouco pequenos, mas nem tanto e a bunda ok, digamos que tenho aparência de um corpo de 12 anos, mas que já menstruo um bom tempo, pq ele é assim, realmente mestruei cedo e com 12 ele parou de mudar. Sou magrinha, 40kg, porem minhas coxas não são tão finas, porem como alguns dizem, comparado a um homem mais velho eles poderiam me quebrando ao meio. Mas o que eles mais gostam, é daquilo que tenho entre minhas pernas, e não só "eles", mulheres também...
Voltando ao encontro, primeiro me sentei a sua frente, comemos normalmente, a conversa fluía tão bem e nada de putaria, mas era tão boa que de verdade meu coração ficava quentinho. Precisava de atenção, já que não vejo meus familiares, meus pais são separados e minha mãe me deixa sozinha. Conversamos sobre tudo, a escola, o trabalho dele, como estava indo nesse tempo afastada até que ele pede um sorvete pra mim e decidi que era a hora de começar o encontro de verdade.
O sorvete era de baunilha, me lambuzava de propósito só pra provocar e parecer porra na minha cara, chupava o sorvete sensualizando, fingia enfiar fundo demais e me engasgar. Ele percebeu a minha intenção e disse para sentar ao seu lado, começou a me limpar com o dedo, passando nos meus lábios. Eu estava com uma blusa branca, marcando meus peitinhos e uma saia bege, já fui preparada, mas devia ter ido sem calcinha também. Em seguida sentia a mão do seu Joaquim acariciando minha coxa esquerda, adentrando devagarinho pela minha virilha até a verdadeira sobremesa: minha bucetinha.
Como estavamos no fundo, ninguém percebia e também não estava lotado. Sentia seu polegar precionando meu clitóris por cima da calcinha ainda, sem movimentos bruscos e eu já me continha pra não gemer. Fingia que não estava acontecendo, conversando normalmente com ele até que não aguentei e soltei um gemido bem baixinho. Seu Joaquim invadiu minha entradinha com tudo, sem nem tempo de raciocinar direito, ele começou a meter dois dedos dele e como só estava acostumada com os meus, que são pequenininhos, doeu um pouco, mas era uma dor gostosa.
Infelizmente, durou muito pouco, ele prometeu que depois iria me encontrar e a gente terminar aquilo, mas me mandou só um dinheiro (que eu nem havia pedido) e me bloqueou. Sumiu de tudo. Até hoje sonho com ele me fudendo, da gente indo para o banheiro daquele restaurante, ele gozando no meu corpinho, como tinha prometido nas mensagens, realmente acreditei que sairia de lá arrombadinha.
Entretanto, não foi o que aconteceu. Agora sei que meu único papel aqui, é satisfazer do jeito que eu posso, sem querer me relacionar e apegar, afinal, sou só um objeto sexual. Mas esperava que acontecesse mais coisas, agora estou ficando velha e autoconhecimento, os assédios vão parando, parem de te desejar, e apenas adolescentes que não sabem de nada querem fuder a gente.
Por isso, estou de volta, eu sei que não sou mais criancinha, porem quero continuar dando prazer, só espero que ainda existe pessoas boas que também pensão em nós, meninas adolescentes que também querem satisfazer homens e não moleques.
( Caso queiram contato, saiba que tudo é sigiloso, e eu também sou pervo, me atraio por pequenas pra usar e quero ser usada por homens mais velhos, não só homens claro. Se quiser só amizade, aceito também. Não passo meu contato! Deixe seu tele ou email. )
Beijinhos, sua putinha mirim 💋
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