ESTAMOS ERRADOS?
Eu e minha mãe somos pessoas normais, não temos uma vida extravagante ou cheia de erotismos, vivemos uma vida familiar simples e com muito amor verdadeiro com minha irmã e meu padrasto, pai natural da minha irmã, a caçula.
Todos nos damos muito bem, com muito carinho e respeito, inclusive eu e o meu padrasto, que quero tão bem como a um verdadeiro pai, que não conheci.
Mas eu e minha mãe sempre tivemos uma ligação afetiva bem mais forte, um agarramento meloso que deixa minha mana com um pouco de ciúmes e chegou a inspirar em meus primos a idéia de que sou meio afeminado: o que é um absurdo que nem dou bola.
Minha mãe é para mim a mulher mais maravilhosa do mundo, sempre foi e sempre será, sei com certeza que também sou tudo de bom e maravilhoso para ela, sempre ficou evidente esta adoração mutua.
Estarmos sempre abraçado e aos carinhos, é o nosso normal, sempre tivemos, desde que me recordo, este costume e necessidade de contato físico, mas nunca me passou pela mente um relacionamento anormal entre nós, é bem verdade que já aconteceu algumas vezes de ficar com meu membro intumescido mas nunca maliciamos o fato.
Na ultima terça feira, estávamos sozinhos em casa, meu padrasto esta viajando e minha irmã pediu para dormir na casa de uma colega de escola, assistíamos tv na cama da minha mãe abraçados trocando cafuné e sem pensar em maldade nenhuma meu membro ficou duro, não me preocupei em disfarçar, apenas me desencostei de minha mãe e continuei afagando seus cabelos.
Ela percebeu o volume debaixo dos lençóis e com naturalidade, me deixando um pouco surpreso, passou a mão em meu membro sobre o lençol e comentou que eu tinha um pintão que ia judiar das garotas que eu namorasse.
Dei risada envaidecido e disse que precisaria ser uma garota parecida com ela para conseguir me seduzir, ela riu satisfeita e se aninhou em meu peito enquanto continuávamos assistindo o filme.
Depois de alguns minutos em silencio ela comentou que se tivesse um pinto também aconteceria de as vezes ficar duro na minha presença, porque gostava muito do meu carinho e a libido é uma coisa instintiva e não racional, que se possa evitar conscientemente.
Em seguida levantou o lençol dando uma olhada no meu pinto e me perguntou sem rodeios se achava que mãe e filho podiam fazer sexo se estivessem os dois com muita vontade.
Embora tenha ficado muito espantado com sua pergunta, dado a nossa intimidade e sempre absoluta franqueza em nosso relacionamento, respondi que sim e realmente sentindo muito carinho e desejo por ela perguntei francamente se ela faria sexo comigo.
Ela com um gesto muito meigo e encantador disse que sexo não, mas amor sim, e acariciando meus cabelos me deu o mais delicioso beijo na boca que já recebi em toda a minha vida.
Correspondi a este beijo com paixão, abri sua camisa e com respeito, desejo e carinho beijei e mamei em seus seios, enquanto ela tocava em meu pinto duro.
Em um gesto rápido ela tirou a calcinha enquanto me livrei da calça do pijama e simplesmente fizemos o amor mais delicioso do mundo, cheguei a chorar de tesão enquanto repetia a palavra mãe inúmeras vezes durante o nosso ato.
Ela ria, soluçava, gemia baixinho e sussurrava filhinho em meu ouvido enquanto gozava sem parar, não tenho idéia de por quanto tempo, pois perdi completamente a noção do tempo.
Não sei se adormecemos ou desmaiamos, apenas cai sobre seu corpo suado e delicioso e apagamos, acordamos de madrugada colados um no outro, nos olhamos e começamos a rir, fomos ao banheiro e banhamos um ao outro.
Voltamos para a cama e ficamos conversando, combinamos que não deixaríamos isso modificar nossa relação normal de mãe e filho e nem afetar nossa relação familiar, mas continuaríamos a fazer amor sempre que houvesse uma oportunidade segura.
Isto aconteceu esta semana e ainda não tivemos chance de repetir este ato, mas nosso afeto e carinho continuam o mesmo e estamos em paz, sem ansiedade, pois sabemos que nos pertencemos e nos amaremos novamente com a mesma intensidade quando isto for possível, sem magoar as pessoas que amamos: meu padrasto e minha irmã.
P.S. Gostaria de saber dos leitores/as se o que nos aconteceu é errado, pecaminoso ou indecente, pois para nós foi algo natural e acho até que inevitável,. Se alguém tem uma experiência semelhante a minha gostaria de saber se houve alguma alteração ou conseqüência no relacionamento.
Descarto e-mail obsceno e desrespeitoso, quero apenas conversar sério com quem tem mais experiência neste tipo de acontecimento.
Meu e-mail é [email protected]
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